Um ano depois, tumulto que matou 3 em baile funk no Vermelhão segue sem solução

Um ano depois, tumulto que matou 3 em baile funk no Vermelhão segue sem solução

A tragédia durante o baile funk na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, no último domingo, 1º/12, matou nove pessoas, deixou sete feridas e fez muito guarulhense lembrar de tumulto parecido, ocorrido em novembro do ano passado, no bairro Vermelhão. Um ano após a tragédia local, que matou três pessoas pisoteadas, o caso ainda não foi resolvido. O caso é investigado pelo 8º DP de Guarulhos.

O inquérito policial encontra-se no Fórum Distrital da cidade com pedido de quebra do sigilo telefônico de um dos organizadores do evento. “Até o momento, não foram identificadas provas de abusos praticados pelos policiais militares envolvidos na ocorrência”, afirma nota da Secretaria Estadual de Segurança Pública enviada ao GuarulhosWeb. Na tragédia guarulhense, uma ação policial no baile funk em Guarulhos, também terminou com tumulto. Segundo testemunhas, a confusão teve início quando a Polícia Militar jogou bombas e spray de pimenta nos participantes da festa, na região dos Pimentas.  

No local, morreram pisoteados Marcelo do Nascimento Maria, de 34 anos, Micaela Maria de Lima Lira, de 27, e Ricardo Pereira da Silva, de 21.  À época, a PM instaurou inquérito policial-militar para apurar todas as circunstâncias dos fatos e verificar se há conexão entre as mortes e uma tentativa de abordagem dos agentes de segurança. 

Na CapitalNove pessoas morreram pisoteadas e sete ficaram feridas após um tumulto em um baile funk na comunidade de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, na madrugada de domingo.

Policiais militares perseguiam dois suspeitos em uma motocicleta quando entraram no local onde ocorria a festa, com cerca de cinco mil pessoas, segundo a corporação. As identidades das vítimas – uma mulher, sete homens e um adolescente de 14 anos – ainda não foram divulgadas. A polícia diz que não houve disparo de arma de fogo pelos policiais. 

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